Tento não o fazer. Mas é inevitável, olhar em volta e enfiar pessoas em pacotes. Já se sabe que a natureza humana não é assim tão inesperada, e que a sociedade empurra para o rótulo. E viver na constante fuga de uma etiqueta também pode ser excessivo, redundante e no limite, preconceituoso. O melhor é deixar andar seguindo o faro do bom senso, e do que é respeitoso e prazenteiro.
Vem o prólogo a propósito do seguinte.
Existe um grupo de pessoas que me espanta. São as pessoas que têm o dom de saber sair-de-cena. Independentemente do sub-grupo a que pertencem, no final, naquele momento que importa, sabem fazê-lo. E eu acho que saber sair-de-cena não é propriamente um apanágio de dignidade, mas sim de generosidade.
Admiro esse grupo de gente que tem a delicadeza, a inteligência e a generosidade de saber sair bem, da sua ou das cenas dos outros.
Não me importava nada de fazer parte dessa tribo.
Vem o prólogo a propósito do seguinte.
Existe um grupo de pessoas que me espanta. São as pessoas que têm o dom de saber sair-de-cena. Independentemente do sub-grupo a que pertencem, no final, naquele momento que importa, sabem fazê-lo. E eu acho que saber sair-de-cena não é propriamente um apanágio de dignidade, mas sim de generosidade.
Admiro esse grupo de gente que tem a delicadeza, a inteligência e a generosidade de saber sair bem, da sua ou das cenas dos outros.
Não me importava nada de fazer parte dessa tribo.