01/06/10

Mlle Sans-Serif


” Um dia, numa conferência de Matthew Carter em Lurs, na Provença, uma jovem e bela rapariga (não designer) perguntou-lhe porque é que preferia dar nomes femininos aos alfabetos que criava. Carter tinha falado de Geórgia, de Sophia e, claro, da sua maior realização: Verdana. Carter riu-se e disse que nunca tinha pensado nisso mas, se calhar, a forma como se relacionava com os alfabetos era muito parecida com a forma como se relacionava com as mulheres. Depois, explicou que Verdana, embora fosse um nome feminino, não era o de uma mulher mas de uma verdejante área em Seattle.
Eu prefiro continuar a pensar que é nome de mulher.”

Henrique Cayatte, na revista Ler